Categoria: Cinema

23 maio 2016 CinemaCríticaNerdices

Filme: Batman vs Superman

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Nota: 3.5 Stars (3,5 / 5)
Título Original: Batman v Superman: Dawn of Justice
Direção: Zack Snyder
Estrelando: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot
Gênero: Ação , Aventura , Fantasia
Classificação: M/12
Outros dados: USA, 2016, Cores, 152min.
Sinopse: Preocupado com as ações de um super-herói com poderes quase divinos e sem restrições, o formidável e implacável vigilante de Gotham City enfrenta o mais adorado salvador de Metrópolis, enquanto todos se questionam sobre o tipo de herói que o mundo realmente precisa. E com Batman e Superman em guerra um com o outro, surge uma nova ameaça, colocando a humanidade sob um risco maior do que jamais conheceu.

Primeiro: assisti esse filme logo na estreia, ou seja, há quase 3 meses. Então esperei um bom tempo para digerir tudo e também sair Capitão América: Guerra Civil, assistir, e por fim conseguir dar uma boa opinião sobre essa bola de neve que virou DC vs Marvel no cinema. Segundo: eu realmente acredito que não deveria ter comparação, pois quem realmente lê HQ’s sabe que apesar de serem “rivais”, nerd de verdade gosta dos dois e não entende porque tanta briga em mundos tão diferentes. Terceiro: em HQ’s e infinidades de produtos licenciados eu gosto mais da DC Comics, no universo Cinematográfico e de Séries de TV eu gosto mais da Marvel Comics. E por fim, para encerrar esse assunto de vez: não fale do que você não sabe! A internet e sua mania de ter doutores sabe tudo que não sabem de nada… Marvel tem qualidades assim como DC e quem compara as duas não sabe o que está falando e muito menos conhece todo o universo nerd.

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06 abr 2016 CinemaCríticaFilmes

Filme: Deadpool

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Nota: 4.5 Stars (4,5 / 5)
Título Original: Deadpool
Direção: Tim Miller
Estrelando: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, Ed Skrein
Gênero: Ação , Aventura , Comédia
Classificação: M/18
Outros dados: USA, 2016, Cores, 1h48min.
Sinopse: Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.

Esse é um filme que tinha tudo para dar errado: Ryan Reynolds como ator principal, sendo que seus papéis nerds não agradaram nenhum pouco, principalmente fazendo o próprio Deadpool em uma versão terrível no filme X-men Origins – Wolverine. O filme foi classificado como para maiores de 18 anos, o que deixou todos em dúvida se seria um resultado bom ou não, afinal não existia ainda um bom resultado nessa classificação, ao mesmo tempo que fazer um Deadpool versão menos adulta iria desagradar muito os fãs. O elenco era meio duvidoso, o roteiro parecia não convencer, a Fox deu um baixíssimo orçamento para fazerem o filme, principalmente depois do fiasco que foi o último Quarteto Fantástico, ninguém sabia o que esperar. Essa seria uma fórmula completa de como ferrar tudo em um filme e o resultado foi: um dos melhores filmes de super-heróis (ou anti-herói no caso) que já assisti na minha vida.

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03 mar 2016 CinemaCríticaFilmes

Filme: Os 8 odiados

Nota: 4 Stars (4 / 5)
Título Original: The Hateful Eight
Direção: Quentin Tarantino
Estrelando: Samuel L. Jackson, Kurt Russell, Jennifer Jason Leigh
Gênero: Faroeste , Drama , Suspense
Classificação: M/16
Outros dados: USA, 2015, Cores, 2h48min.
Sinopse: Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.

Então, esse foi meu primeiro filme do Tarantino no cinema. Por falta de tempo ou por ser nova demais acabou sendo esse. Para quem acompanha e gosta do Tarantino como eu, talvez esse filme seja um pouco diferente dos demais. Não sei se ele quis tentar algo super diferente ou se ele perdeu um pouco do traquejo que somente ele possui, mas o filme é um pouco arrastado. E por ser quase três horas de filme chega uma hora que realmente incomoda o filme andar, andar e não chegar em lugar algum. Mas o grande triunfo talvez esteja na meia hora final, resta saber se você aguenta 2h30min de quase nada para 30min inesquecíveis. O que você escolheria?

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05 jan 2016 CinemaCríticaGeek

Filme: Star Wars – O despertar da força

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Nota: 5 Stars (5 / 5)
Título Original: Star Wars: Episode VII – The Force Awakens
Direção: J.J. Abrams
Estrelando: Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver
Gênero: Aventura, Ação, Ficção Científica
Classificação: M/12
Outros dados: USA, 2015, Cores, 2h15min.
Sinopse: Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

Alguns amam, outros odeiam e muitos simplesmente não se importam. Mas verdade seja dita: desde quando a Disney comprou todos os direitos de Star Wars da Lucas Film, o filme se tornou o grande hype do momento. Eu senti até um certo exagero, confesso. Muitas roupas, calçados, maquiagem, cosméticos e até mesmo band-aid e papéis higiênicos chegaram a colocar o selo Star Wars só para vender mais. Eu penso que quem não gosta ou não se importa deve estar bem mais saturados do que os fãs da saga, eu mesma amo a saga e estou um pouco saturada. Mas fiquei ansiosa demais para assistir o novo filme e tinha expectativas altíssimas para ele. Veja bem, tenho conseguido ir ao cinema praticamente uma vez por semana e isso tem me ajudado a melhorar meu senso crítico de cinema e não diria que é um filme bom se tivesse visto defeitos no filme. Defeitos, todos possuem, mas neste caso os acertos passam por cima deles como um furacão.

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04 nov 2015 CinemaCrítica

Filme: Perdido em Marte

Perdido em Marte

Nota: 3.5 Stars (3,5 / 5)
Título Original: The Martian (Original)
Direção: Ridley Scott
Estrelando: Matt Damon, Camila Márdila, Michel Joelsas
Gênero: Aventura, Drama, Ficção Científica
Classificação: M/12
Outros dados: USA, 2015, Cores, 141 min.
Sinopse: Durante uma missão a Marte, o astronauta Mark Watney (Matt Damon) é dado como morto após uma feroz tempestade e é deixado para trás por sua tripulação. Mas Watney sobrevive e encontra-se sem recursos e sozinho no planeta hostil. Apenas com suprimentos escassos, Watney deve contar com a sua criatividade, engenho e espírito para subsistir e encontrar uma maneira de sinalizar à Terra que está vivo. A milhões de quilômetros de distância, a NASA e uma equipe de cientistas internacionais trabalham incansavelmente para trazer “o marciano” de volta enquanto seus colegas de tripulação simultaneamente traçam uma ousada, se não impossível, missão de resgate. Conforme essas histórias de incrível bravura se desdobram, o mundo se une para torcer pelo retorno seguro de Watney.

Bom, fazia tempo que eu não saía do cinema com uma sensação boa de que valeu pagar o ingresso. Os ingressos de cinema andam cada vez mais caros, para ver filme na internet é digitar no google e você já acha uns 5 sites, sem contar Netflix, Youtube e afins. Então eu amo ir ao cinema, sempre vou com meu namorado, mas realmente os últimos filmes gringos que assisti me fizeram pensar: “Deveria ter esperado sair no Netflix”, sabe assim? É mais barato e o filme tanto faz como tanto fez ter assistido naquele momento. Mas, como já escrevi, dessa vez me surpreendi de uma forma muito boa.

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26 set 2015 CinemaCrítica

Filme: Que horas ela volta?

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Nota: 4.5 Stars (4,5 / 5)
Título Original: Que horas ela volta?
Direção: Anna Muylaert
Estrelando: Regina Casé, Camila Márdila, Michel Joelsas
Gênero: Drama
Classificação: M/12
Outros dados: BR, 2015, Cores, 1h51min.
Sinopse: A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

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16 set 2015 CinemaCríticaFilmesNetflix

Filme: O Jogo da Imitação

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Nota: 3 Stars (3 / 5)
Título Original: The Imitation Game
Direção: Morten Tyldum
Estrelando: Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode
Gênero: Drama, Thriller
Classificação: M/12
Outros dados: GB/EUA, 2014, Cores, 114 min.
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.

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14 set 2015 CinemaFilmes

5 filmes antigos que eu amo

1. Bonequinha de Luxo (1961)

Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos. Para muitos pode não ter significado algum, mas para quem entende o contexto da época sabe que foi um filme revolucionário sem precisar de qualquer efeito especial. O roteiro do filme é incrível e a atuação da Audrey Hepburn é impecável. Eu amo a ironia do filme!

2. Clube dos Cinco (1985)

Quem já passou da adolescência faz um tempo começa a sentir uma certa nostalgia dessa época. Tudo era tão intenso, nossos pais eram os grandes vilões, o colégio era praticamente nossa vida e ficar de castigo a pior coisa do mundo. Eu amo sentir a nostalgia da minha adolescência assistindo Clube dos Cinco.

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